Se tem uma coisa que a gente quer mais que tudo num casamento, é que vocês curtam a festa. De verdade, do começo ao fim.
Pode soar curioso vindo de quem vive de fotografar — afinal, o nosso trabalho são as imagens. Acontece que as duas coisas caminham juntas: as melhores fotos de um casamento nascem quando vocês estão inteiros no momento, dançando, rindo alto, se emocionando no abraço, livres pra viver o dia. Quanto mais vocês aproveitam, melhor a gente fotografa.

Por isso a gente fotografa do jeito que fotografa. Pra nós, cada casal é único — tem seu ritmo, suas manias, uma essência que é de vocês dois e de mais ninguém. E o que move o nosso trabalho é que vocês se reconheçam nas fotos: que olhem pra imagem e vejam vocês ali, do jeito que são, vivendo o dia. É por isso que a nossa direção é leve, com movimento, com espaço pra coisa acontecer. A gente cria fotos de casamento espontâneas porque é assim que a verdade de vocês aparece: no riso que escapa, no abraço que aperta sozinho, no olhar que acontece quando ninguém mandou olhar.
Por que a foto espontânea diz mais do que a pose

A diferença está na ordem das coisas. Quando a imagem nasce de um momento vivido de verdade, ela guarda o que vocês sentiram ali — e é justamente essa textura que arrepia daqui a dez anos. A pose entrega o como vocês ficaram; o espontâneo entrega quem vocês são.
Por isso a gente trabalha ao contrário do óbvio: primeiro cria a situação, depois registra o que ela provoca. Vocês conversam, se provocam, dançam, se abraçam — e a câmera fica ali, do lado, capturando o que nasce dali. A gargalhada no meio do brinde, a mãe se segurando na cerimônia, o pé descalço no fim da festa. Memória de verdade, do jeito que aconteceu.
Se fosse pra dar um nome ao nosso estilo, seria um misto de documental e lifestyle. A gente documenta o que acontece — o gesto verdadeiro, a reação que ninguém combinou — e, ao mesmo tempo, conduz com leveza: dá um norte aqui e ali, cuida da luz, organiza o que precisa pra cena respirar. Pra nós, vocês são uma história acontecendo, e isso vale mais que qualquer capa de revista. O lado mais autoral entra em doses, nos momentos certos — uma luz mais marcante na festa, um flash na pista, um clique com outra pegada —, sempre a serviço da história de vocês.
O que é "direção leve" na prática
Espontâneo não quer dizer largado. Existe método por trás — ele só foi feito pra ser invisível.
Na prática, a gente trabalha por estímulo, não por comando. Em vez de pedir uma pose, a gente propõe algo pra vocês fazerem juntos: um caminho pra andar, um segredo pra sussurrar, uma música pra dançar coladinhos. A cena tem direção, a luz tem intenção, o enquadramento tem cuidado — e vocês só precisam viver aquilo. O trabalho técnico fica com a gente; a leveza fica com vocês.
E tem uma escolha que define muito do nosso jeito: durante a festa, a gente se mistura aos convidados. Sem coletinho de fotógrafo, sem ficar no caminho, sem aquela presença que lembra todo mundo de que tem uma lente apontada. Quando as pessoas relaxam e esquecem da câmera, os momentos acontecem do jeito que merecem ser lembrados.
Fotografar em dupla muda o conforto do casal

Aqui está o que poucos conseguem oferecer: vocês têm um casal fotografando o casamento de vocês.
A Mari e o Lucas trabalham juntos, são casados, e enxergam um casamento pela mesma lente — literalmente e no sentido figurado. Isso muda a experiência de duas formas.
A primeira é prática. Enquanto um está atento ao olhar da noiva se enchendo de água na cerimônia, o outro já está do outro lado registrando a reação do noivo. Dois pontos de vista, ao mesmo tempo, sobre o mesmo instante. Nada importante passa batido.
A segunda é mais sutil, e talvez a mais importante. Quando quem te fotografa também é um casal, existe uma cumplicidade que aparece nas imagens. A gente entende o olhar de quem ama, porque vive isso todo dia. Sabe quando dar espaço, quando se aproximar, quando uma piada quebra a tensão e quando o silêncio é melhor. Vocês não estão diante de prestadores de serviço — estão na companhia de duas pessoas que entendem o que está em jogo ali. E gente confortável faz foto bonita acontecer sozinha.
Como vai ser, na prática, com a gente
Pra tirar o peso da expectativa, vale saber o que esperar:
Antes do casamento, a gente conversa de verdade — pra entender vocês, o ritmo de vocês, o que faz vocês rirem. Muitos casais começam pelo ensaio pré-wedding, que funciona como um ensaio no melhor sentido da palavra: é ali que vocês descobrem que ficar à vontade na frente da câmera é mais fácil do que imaginavam, e chegam no dia do casamento já soltos.
No dia, a direção é leve do começo ao fim. A gente guia o que precisa ser guiado e some no que precisa ser vivido. Vocês curtem o casamento de vocês — essa é a parte que ninguém deveria abrir mão.
A experiência importa tanto quanto a fotografia. Porque o quanto vocês vão sentir, rir e ser vocês mesmos é exatamente o que transforma uma imagem numa lembrança que faz voltar no tempo.

Perguntas que a gente mais escuta
Preciso saber posar pra ter boas fotos no casamento? Não precisa. A direção é leve e funciona por estímulo: a gente propõe situações pra vocês viverem, e registra o que acontece. O conforto faz o trabalho.
Fotos espontâneas significam fotos sem cuidado estético? Pelo contrário. Espontaneidade é o resultado; por trás dela existe direção de cena, escolha de luz e olhar treinado. A técnica fica invisível pra que o momento apareça.
Por que vocês fotografam em dupla? Porque dois olhares cobrem o mesmo instante de ângulos diferentes — e porque, sendo um casal, a gente entende a cumplicidade de quem ama e traduz isso em imagem.
Vale fazer ensaio pré-wedding antes? Vale muito. É onde vocês se acostumam com a câmera num clima leve e chegam ao casamento já à vontade.
Os Tartari's Fotografia — Mari e Lucas. Fotografamos casamentos com presença, propósito e leveza, em Campinas e por todo o Brasil.